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Atrair profissionais qualificados, reduzir o turnover e manter pessoas engajadas são desafios cada vez mais presentes na rotina das empresas. Em um mercado de trabalho marcado por novas expectativas dos profissionais, transformações tecnológicas e mudanças na relação com o trabalho, oferecer uma vaga já não é suficiente.
As empresas precisam construir ambientes nos quais as pessoas queiram trabalhar, permanecer e se desenvolver!
Este cenário foi tema da primeira edição do EBBeyond em Manaus (AM),encontro gratuito que reuniu profissionais de Recursos Humanos, Comunicação e Marketing, lideranças e empresários para discutir as transformações que estão impactando o mercado de trabalho.
Entre os especialistas que participaram do evento esteve Gustavo Drago, CEO da Becare, que levou para debate uma perspectiva cada vez mais importante para as organizações: a necessidade de colocar as pessoas no centro das estratégias e utilizar tecnologia e dados para apoiar decisões mais assertivas.
Durante muito tempo, falar sobre atração de talentos significava, principalmente, pensar em salário, benefícios e oportunidades de carreira profissional. Estes fatores continuam importantes, mas já não são suficientes...
Os profissionais também querem entender como é trabalhar em determinada empresa, como são suas lideranças, qual é a cultura organizacional e se o ambiente oferece condições para que possam desenvolver seu trabalho de forma saudável. Tudo isso faz com que a experiência do colaborador comece muito antes da contratação e continue durante toda a sua jornada dentro da organização.
Por isso, cuidar das pessoas deixou de ser apenas uma iniciativa do RH e passou a ser uma questão estratégica para o negócio. E cuidar das pessoas também significa entender o que elas vivem - para cuidar de forma efetiva, é preciso primeiro compreender.
As empresas podem realizar pesquisas, avaliações e diferentes formas de coleta de informações sobre seus colaboradores, no entanto, o valor destes dados está na capacidade de transformá-los em conhecimento sobre o que realmente ocorre dentro da organização.
Questões como excesso de carga de trabalho, jornadas prolongadas, conflitos interpessoais, falta de clareza nas responsabilidades, baixa autonomia, liderança inadequada e comunicação ineficiente podem impactar diretamente na saúde e na experiência dos profissionais. Estes fatores também fazem parte da discussão sobre riscos psicossociais e da necessidade de uma atuação preventiva nas empresas.
Identificar os sinais permite que as organizações deixem de esperar que os problemas apareçam para agir.
Quando uma empresa fala sobre atração e retenção de talentos, falar sobre saúde corporativa é inevitável. Um ambiente de trabalho que não considera a saúde física e emocional dos colaboradores pode contribuir para afastamentos, queda de produtividade, desengajamento e aumento da rotatividade. Por outro lado, quando a organização acompanha indicadores e identifica fatores que podem comprometer o bem-estar das equipes, ela passa a ter mais condições de atuar preventivamente.
E esse é um dos pontos centrais de uma gestão eficiente de riscos psicossociais: não basta identificar os riscos. É preciso analisar os resultados, acompanhar sua evolução e construir planos de ação. Assim, a saúde corporativa deixa de ser tratada apenas como resposta a problemas e passa a fazer parte da estratégia de gestão.
A Inteligência Artificial também vem transformando a forma como as empresas lidam com informações sobre seus colaboradores. Com o apoio da tecnologia, é possível estruturar processos de coleta e análise de dados, identificar tendências e facilitar o acompanhamento de indicadores.
Mas tecnologia não substitui o olhar humano!
Seu papel é ampliar a capacidade das empresas de compreender informações e tomar decisões mais bem fundamentadas.
Na Becare, a tecnologia é utilizada dentro dessa lógica. A coleta de informações com IA e suporte técnico especializado é integrada a devolutivas individuais, dashboards interativos e relatórios executivos com insights, ajudando as empresas a transformar dados em ações.
Um dos maiores desafios da gestão de pessoas é evitar que pesquisas e diagnósticos terminem em um relatório que não gera mudanças. Saber que existe um problema é importante, mas entender sua dimensão, identificar onde ele acontece e definir quais ações devem ser priorizadas é o que permite gerar impacto.
Por isso, uma gestão mais estratégica precisa conectar diferentes etapas:
Este processo ajuda o RH a sair de uma atuação exclusivamente reativa e assumir um papel mais estratégico na construção de ambientes de trabalho saudáveis.
A disputa por talentos não termina quando uma empresa consegue preencher uma vaga – o verdadeiro desafio está em criar condições para que os profissionais permaneçam, se desenvolvam e tenham uma experiência positiva ao longo de sua jornada. Isso exige olhar para a cultura, a liderança, a comunicação, a saúde e os diferentes fatores que influenciam a experiência das pessoas dentro da organização.
Para a Becare, cuidar das pessoas significa, também, entender dados, identificar riscos, acompanhar indicadores e transformar informações em decisões que contribuam para ambientes de trabalho mais saudáveis. Em um mercado em que as empresas disputam talentos como nunca, cuidar das pessoas não é apenas uma escolha. É uma estratégia para o futuro do negócio!
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Entenda porque cuidar das pessoas se tornou estratégico para empresas que desejam atrair, engajar e reter talentos em um mercado cada vez mais competitivo.
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