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A saúde mental no trabalho nunca esteve tão presente no discurso das empresas. Programas de bem-estar, benefícios, campanhas e ações pontuais se multiplicaram nos últimos anos.
Mas a pergunta central permanece: será que estas iniciativas estão, de fato, conectadas com os riscos psicossociais no trabalho vivenciados pelas pessoas no dia a dia?
Uma pesquisa recente realizada pela Becare com 35.000 respondentes oferece um retrato claro e ao mesmo tempo desafiador da saúde corporativa no Brasil. Os dados apontam avanços relevantes em saúde mental, física e no trabalho, mas evidenciam fragilidades estruturais persistentes que impactam diretamente o adoecimento, o engajamento e a produtividade:
O levantamento avaliou cinco pilares do bem-estar:
Os melhores desempenhos aparecem em:
No entanto, quando ampliamos o olhar para dimensões igualmente determinantes, surgem os principais pontos de alerta.
Os números indicam maior vulnerabilidade, justamente, em áreas que costumam receber menos atenção nas estratégias tradicionais de saúde corporativa, mas que são centrais na gestão de riscos psicossociais no trabalho.
Oferecer benefícios não é o mesmo que promover cuidado efetivo. Quando as ações não dialogam com os fatores que mais pesam na rotina das pessoas, a adesão cai e os riscos aumentam.
Entre todos os achados da pesquisa, a qualidade do sono se destaca como um dos principais fatores de proteção à saúde mental e emocional. Na população geral, 11,5% apresentam sintomas depressivos e entre pessoas que relatam dormir bem, o índice cai para 5,2%.
O mesmo ocorre em relação ao estresse:
Dormir bem não é um detalhe na rotina, mas uma variável estratégica na prevenção de riscos psicossociais no trabalho. Ignorar o impacto do sono compromete qualquer política de bem-estar que pretenda ser sustentável ao longo do tempo.
A pesquisa evidencia como os fatores de risco se acumulam e se reforçam. Alguns dados chamam atenção:
E estes fatores não atuam de forma isolada. Eles criam ciclos de adoecimento físico, mental e organizacional difíceis de se romper quando não há umaa bordagem integrada de saúde e gestão de riscos psicossociais no trabalho.
Os dados também mostram que:
Apesar disso, o acesso ao cuidado ainda é restrito:
Esse é um dos maiores gargalos invisíveis da saúde corporativa atual: o alto volume de sofrimento emocional sem suporte proporcional, ampliando os riscos psicossociais no trabalho.
No contexto profissional, 34,4% das pessoas lidam com tarefas emocionalmente exigentes. Os piores indicadores concentram-se em três fatores:
Esta combinação é amplamente reconhecida como um dos principais vetores de estresse crônico, exaustão emocional e adoecimento mental. Além disso, ela está diretamente relacionada às exigências da NR-1 e à necessidade de uma gestão estruturada de riscos psicossociais no trabalho.
A pesquisa reforça um ponto central: saúde corporativa eficaz precisa ser baseada em dados, integrada e conectada à experiência real das pessoas.
Olhar apenas para saúde mental de forma isolada não é suficiente. Sono, trabalho, dinheiro, relações e comportamentos fazem parte de um mesmo sistema de riscos psicossociais.
Quando as empresas adotam essa visão ampliada:
Na Becare, acreditamos que cuidar da saúde emocional começa ao entender a realidade com profundidade. Dados, escuta qualificada e ações contínuas são o caminho para transformar boas intenções em estratégias que realmente reduzem riscos psicossociais no trabalho e fazem diferença na vida das pessoas e nos resultados das organizações.
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