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Durante muito tempo, falar sobre Saúde Mental no trabalho foi tratado como algo pontual, quase sempre associado à capacidade individual de lidar com pressão e estresse.
Hoje, os dados mostram outra realidade.
Quando falamos sobre o tema no ambiente profissional, não estamos diante de casos isolados. Estamos falando sobre um fenômeno estrutural que atravessa setores inteiros da economia e expõe um modelo de trabalho que exige cada vez mais do cérebro humano sem oferecer as condições adequadas de proteção.
A sobrecarga cognitiva e emocional deixou de ser exceção. O que antes era visto como fragilidade individual hoje se revela como um problema organizacional, sustentado por ambientes de alta pressão, múltiplas demandas simultâneas e ausência de pausas reais para recuperação mental.
Levantamentos recentes mostram que alguns setores concentram índices especialmente elevados de transtornos mentais relacionados ao trabalho. Cada um apresenta fatores específicos de risco psicossocial, mas todos compartilham um ponto comum: o cérebro humano está operando acima do limite por tempo prolongado.
O setor de Saúde e Serviços Sociais está entre os mais afetados por transtornos mentais relacionados ao trabalho. Jornadas extensas, alta carga emocional, pressão constante e exposição contínua a situações críticas fazem parte da rotina desses profissionais.
No Brasil, o cenário é alarmante. Em 2024, foram registrados mais de 472 mil afastamentos por transtornos mentais, o maior número da história, acendendo um alerta para empresas, lideranças e gestores públicos.
Na Educação, o adoecimento mental está fortemente ligado ao desgaste emocional, à sobrecarga de responsabilidades e ao acúmulo de demandas pedagógicas, administrativas e sociais. A pressão constante e a falta de reconhecimento contribuem para um cenário de esgotamento contínuo.
O setor de Tecnologia se destaca pela alta carga cognitiva, prazos curtos e jornadas prolongadas. A exigência por atenção contínua, resolução rápida de problemas complexos e disponibilidade quase permanente mantém o cérebro em estado de alerta constante, dificultando a recuperação mental.
No setor Financeiro, metas agressivas, pressão por performance e ambientes altamente competitivos criam um contexto favorável ao adoecimento mental. A cobrança contínua por resultados e a imprevisibilidade impactam diretamente a Saúde Mental no trabalho.
A Organização Mundial da Saúde reconhece o Burnout como uma síndrome ocupacional causada pelo estresse crônico no trabalho. Em áreas como Tecnologia da Informação, esse alerta já não pode ser ignorado.
Pesquisas indicam que mais da metade dos profissionais de TI apresentam sintomas como:
Quando o cérebro não encontra espaço para pausas, recuperação e previsibilidade, o custo aparece em forma de adoecimento, tanto individual quanto organizacional.
Durante anos, a Saúde Mental foi vista como responsabilidade exclusiva do indivíduo. Os números mostram que esse foi um erro grave.
No Brasil, os afastamentos por ansiedade, depressão e Burnout cresceram de forma acelerada desde a pandemia, com aumentos que ultrapassam 400% em alguns indicadores, culminando em um recorde histórico em 2024.
O problema não está na falta de resiliência individual, mas em ambientes de trabalho adoecedores, caracterizados por:
O adoecimento mental já aparece como uma das principais causas de afastamento do trabalho, superando muitos acidentes físicos. O impacto é humano, financeiro e reputacional.
Ignorar esses dados não é mais uma opção. A Saúde Mental impacta diretamente a produtividade, o engajamento, o clima organizacional e a sustentabilidade do negócio. Empresas que ainda tratam o tema como secundário estão colocando pessoas e resultados em risco.
Na Becare, acreditamos que prevenir começa com consciência, dados e acompanhamento contínuo. Nosso app permite monitorar humor, níveis de estresse e hábitos diários, apoiando profissionais e organizações na construção de rotinas mais saudáveis e sustentáveis ao longo do tempo.
A Saúde Mental no trabalho deixou de ser um problema individual. Dados mostram que a sobrecarga cognitiva virou um risco estrutural nas empresas. Entenda o impacto.

Pesquisa da Becare com mais de 35 mil pessoas revela avanços na saúde mental, mas aponta riscos psicossociais no trabalho ligados ao sono, estresse financeiro e condições organizacionais.
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Janeiro Branco marca a conscientização em saúde mental, mas a NR-1 reforça: cuidar do bem-estar psicológico é gestão de risco. Entenda o papel das empresas e como a Becare apoia esse processo com dados e ações contínuas.